Ondas de Elliot e Fibonacci: uma nova ferramenta para aplicar!

Se eu soubesse antes desta ferramenta para usar ondas de Elliot e Fibonacci não teria perdido tanto tempo nem tanto dinheiro: conheça o indicador que vai mudar a sua vida

As ondas de Elliot e os números ou sequência de Fibonacci são a fundamentação da ferramenta Sato’s Stop or Move, que tem ajudado tantos traders a decidir suas entradas em operações de compra e venda na bolsa de valores.

Assim como esses dois estudiosos – Elliot e Fibonacci – o trader e educador Luiz Sato não reinventou a roda ao criar essa ferramenta: ele observou a natureza do mercado e aplicou esses conhecimentos a algo que já existia e uniu ao arsenal de técnicas do Raio X Preditivo, a sistematização da Nova Análise Técnica.

Do mesmo modo que Newton não inventou a gravidade, pois ela sempre existiu, e colocou-a em uma fórmula universal, Elliot, Fibonacci e Sato encontraram padrões que obedecem certas leis que se repetem em determinadas condições.

Então, antes de entendermos o que faz a ferramenta Sato’s Stop or Move, precisamos compreender com clareza o que são:

  • Ondas de Elliot
  • Sequência de Fibonacci
  • Ondas de Elliot e Sequência de Fibonacci na Prática
  • Sato’s Stop or Move: aplicando Elliot e Fibonacci na Prática
  • A Eficiência do Sato’s Stop or Move
  • Conclusão


ONDAS DE ELLIOT

Ralph Nelson Elliot (1871-1948) foi um contador americano que desenvolveu o Princípio das Ondas, um estudo do comportamento do mercado. Trata-se de um comportamento que ele pôde ver nos gráficos dos ativos negociados na bolsa de valores e que mostrou se repetir ao longo do tempo.

A vida do criador das ondas de Elliot

Elliott nasceu em Marysville, Kansas, e depois mudou-se pra San Antonio, no Texas.

Ele começou a trabalhar com contabilidade por volta de 1890 e esteve em cargos executivos de empresas ferroviárias na América Central e no México.

Já de volta aos Estados Unidos, em 1924, o Departamento de Estado dos Estados Unidos colocou Elliott como Contador-Chefe da Nicarágua, país que, na época, estava sob controle estadunidense.

Nesse período, escreveu dois livros curiosos: Sala de Chá e Gestão de Cafeteria e O Futuro da América Latina.

Durante seu tempo na Nicarágua, Elliott ficou muito doente e ele foi obrigado a se aposentar aos cinquenta e oito anos de idade.

Só então, devido a essa aposentadoria compulsória ele decidiu estudar o mercado acionário dos Estados Unidos.

Pode-se dizer, meio que jocosamente, que as Ondas de Elliot, que tanto influenciaram os mercados e o modo de pequenos e grandes traders operarem, nasceu de uma potente doença intestinal.

Como as ondas de Elliot se popularizaram ?

O jornalista Charles Dow (1851-1902), fundador do Wall Street Journal, em suas teorias já tinha observado que o mercado se move em tendências, marcadas por topos e fundos ascendentes no caso da tendência de alta e topos e fundos descendentes no caso da tendência de baixa. Mas ele não tinha ido muito além disso.

É aí que entra Elliot.

Depois de se aposentar, Elliot durante toda a década de 30 se manteve ativo: passou a estudar 75 anos de comportamento das ações no mercado dos Estados Unidos.

Incluiu nesse estudo o comportamento de índices (índices, geralmente, reúnem o comportamento de mais de uma ação). Os gráficos que olhou incluíam do anual (periodicidade mais longa) aos de meia hora (provavelmente, o prazo mais curto que tinha disponível, observando que hoje temos gráficos com periodicidade de 15 segundos e até menos).

O resultado foi o livro The Wave Principle, publicado em 1938, em parceria com Charles J. Collins.

Não contente com isso, Elliot aplicou o princípio que descobriu na bolsa de valores pra todos os comportamentos humanos, lançando o livro A Lei da Natureza – o Segredo do Universo, publicado em 1946, dois anos antes de morrer.

Depois da morte de Elliott, outros profissionais (incluindo seu parceiro Charles J. Collins, Hamilton Bolton, Richard Russell e AJ Frost) continuaram a usar o princípio da onda pra fornecer previsões aos investidores.

Frost e Prechter escreveram o livro Elliott Wave Principle, publicado em 1978. Na verdade, o que começou a tornar notória a teoria das Ondas de Elliot foi o fato de que Prechter trabalhava como técnico de mercado na Merrill Lynch (grande investidora institucional) e ele foi um dos profissionais da área que mais soube tirar proveito do mercado altista dos anos.

Sim, graças às ondas de Elliot.

E, então, compreendemos uma grande verdade dos mercados: a teoria pode ser a mais incrível do mundo, mas se ela não se mostrar eficiente, não ficará pra posteridade, não representará um legado, não irá se popularizar.

Ondas de Elliot: entenda

Segundo a teoria das ondas de Elliot, o mercado se movimenta em cinco ondas: 1, 2, 3, 4 e 5.

Vamos nos referir a elas, neste momento, como em uma tendência de alta, mas o raciocínio serve também pra uma tendência de baixa, bastando, pra isso, inverter o raciocínio:

  1. Onda de impulsão (para cima)
  2. Onda de correção (para baixo)
  3. Onda de impulsão (para cima; esta é a mais extensa e potente das cinco)
  4. Onda de correção (para baixo)
  5. Onda de impulsão (para cima)

A partir da onda 5, o mercado fará uma correção maior, de acordo com a teoria das Ondas de Elliot.

Neste momento, Elliot passa a se referir às ondas com letras.

  • A – Primeira pernada de baixa
  • B – Retração pra cima
  • C – Segunda pernada de baixa

Mais uma vez, lembrando: essa seria uma descrição de um mercado em tendência de alta, mas basta inverter o raciocínio pra entendermos o funcionamento pra uma tendência de baixa.

Fractal das ondas de Elliot

Dentro de cada pernada de alta de nosso exemplo, digamos, a onda 1, nós temos também cinco ondas, que repetem o padrão.

Por exemplo, na onda 1 teremos, ainda que, numa escala menor:

  1. Onda de impulsão (para cima)
  2. Onda de correção (para baixo)
  3. Onda de impulsão (para cima; esta é a mais extensa e potente das cinco)
  4. Onda de correção (para baixo)
  5. Onda de impulsão (para cima)

A onda 2, por sua vez, por se tratar de uma onda de correção será formada por sub ondas A, B e C, ainda que em menor escala:

  • A – Primeira pernada de baixa
  • B – Retração pra cima
  • C – Segunda pernada de baixa

O mesmo se dá com as ondas 3, 4 e 5, onde temos ondas 1, 2, 3, 4 e 5, no caso das pernadas de alta, e A, B e C no caso da pernada de baixa.

Então, durante muitos anos, os analistas usam esse padrão, tentando contar as ondas, identificando em que onda um ativo ou um índice está pra prever seu comportamento futuro e fazer entradas em operações.

Porém, como veremos mais adiante, as coisas não são tão simples assim.

Mas, antes, vamos descobrir quem foi o matemático Leonardo de Pisa, também conhecido como Leonardo Fibonacci, e a sua famosa sequência.


A SEQUÊNCIA DE FIBONACCI E A PROPORÇÃO ÁUREA

Leonardo Fibonacci ou Leonardo de Pisa (1170-1250) foi um matemático italiano, considerado o primeiro grande matemático europeu da Idade Média.

Aprendiz dos árabes, ele foi o introdutor dos algarismos arábicos no ocidente com o seu Liber Abaci (livro do ábaco ou livro do cálculo). Desnecessário dizer que é muito mais fácil fazer contas com números arábicos que com números romanos e só por isso já poderíamos prestar tributo a Fibonacci.

É ali que ele usou como exemplo em suas exposições de problemas a famosa sequência. Ele não a descobriu, mas a apresentou e a desenvolveu em seu livro, popularizando-a. O seu Livro do Cálculo foi possível por ele ter resolvido diversos problemas propostos pelo matemático da corte de Frederico II, na Itália, passando, a partir daí a receber rendimentos vitalícios que lhe garantiram a possibilidade de dedicar o resto de sua vida aos estudos.

A Sequência de Fibonacci

A sequência de Fibonacci começa com 0 (zero), segundo as convenções matemáticas atuais, embora no livro original começasse por 1.

O zero é seguido do algarismo 1.

A partir daí, o próximo número sempre será a soma de seus dois antecessores.

Assim, o número seguinte é zero mais um: 1.

O posterior, portanto, será 1 mais 1, que é 2. O seguinte é 2 mais 1, que é 3.

Seguindo esse algoritmo teremos a seguinte sequência (que é infinita):

0,1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584... e daí por diante.

O centésimo termo da sequência, por exemplo, é 354.224.848.179.261.915.075.

O milésimo tem 209 dígitos.

Mas uma coisa que podemos observar em toda a sequência é que, à medida que nela avançamos, se dividirmos qualquer número por seu anterior teremos a razão de 1,618, conhecida como a proporção áurea.

Por exemplo, se pegarmos o 2584 e dividirmos por seu antecessor na sequência de Fibonacci, 1597, teremos 1,618033813400125.

Essa proporção já era usada na arquitetura e nas artes antigas.

Por exemplo, se a base de um templo grego fosse de 15 metros, poderíamos ter sua altura ideal, esteticamente, dividindo esse valor por 1,618: ou seja, aproximadamente 9,27 metros.

Mas não é só isso: observamos a proporção áurea em diversos momentos da natureza, tanto nos seres vivos como em seus comportamentos: as sementes do girassol, as escamas de um peixe, o formato da espiral da concha de um caracol, no comportamento dos pássaros...

... e na bolsa de valores, particularmente se aplicarmos essas ideias às ondas de Elliot.


SEQUÊNCIA DE FIBONACCI E ONDAS DE ELLIOT NA PRÁTICA

Tudo é muito bonito na teoria, mas como já disse um famoso economista: na prática a teoria é outra.

Tudo o que está por trás das ondas de Elliot é muito bem alicerçado, mas quando aplicado à realidade não é tão simples assim.

O que o trader e educador Luiz Sato ensina é fruto de muita observação pessoal, da própria experiência e da convicção de outros traders notáveis, que utilizam as ondas de Elliot, com quem ele aprendeu suas técnicas durante mais de 20 anos de mercado.

Geralmente, os traders tomam conhecimento das ondas de Elliot, começam a estudá-las por livros e em cursos e, na hora de aplicá-las, as coisas começam a não funcionar muito bem. Por mais meses que passem estudando cuidadosamente as ondas de Elliot, o momento de colocar em prática esses novos conhecimentos apresenta resultados nada satisfatórios.

O sucesso desses traders é mínimo e, na maior parte das vezes, sua contagem de ondas estava errada. Em vez de entrar em ondas corretivas, como imaginavam, ele está em uma onda de impulso. E vice-versa.

Claro, em algum momento ele faz uma análise correta e entra em uma operação com sucesso. Só que o mercado se comporta totalmente diferente do esperado. E vai para o outro lado, resultando em grandes prejuízos.

O trader tenta isso em vários gráficos ao longo de semanas ou meses, com a maioria dos gráficos se movendo na direção oposta à prevista. Às vezes, o trader se auto engana, pois em algum momento, obviamente, ele acertará na sua previsão, se posicionando em uma reversão de mercado perfeita. E isso o faz negar ou esquecer as diversas vezes em que a metodologia falhou.

Em algum momento, porém, ele terá que admitir que a metodologia de suas operações não está caminhando como previsto. A verdade é que não importa o quanto a contagem de ondas seja correta: em algum momento ela desmorona ou se desfaz no futuro.

Os mercados passam por ciclos, afinal de contas. Eles têm períodos de clareza em que o padrão é evidente e pode ser usado. E eles têm também períodos de incerteza, quando o padrão das Ondas de Elliot simplesmente não funciona. Sato chama isso de “a natureza cíclica do trade”.

A única forma de lidar com isso é aceitar que a análise das ondas de Elliot só funciona metade das vezes, 50% do tempo. Apenas metade dos gráficos trará uma contagem óbvia de ondas.

Qual a solução para a inconsistência das Ondas de Elliot?

Então há alguma solução para a inconsistência das ondas de Elliot? As ondas de Elliot podem ser utilizadas como uma abordagem bem-sucedida nos mercados?

A resposta é:

Sim.

Para isso é preciso combinar:

  • A expansão de Fibonacci
  • Ondas de Elliot
  • Análise de fluxo de ordens

E foi assim que o trader e educador Luiz Sato criou o Sato’s Stop or Move.


SATO’S STOP OR MOVE APLICANDO FIBONACCI E ONDAS DE ELLIOT NA PRÁTICA

?Toda a dificuldade da teoria das ondas de Elliot consiste em saber se uma onda é uma onda de impulso ou uma onda de correção.

A ferramenta Sato’s Stop or Move nos traz o local mais provável de decisão entre essas duas possibilidades, com o viés de confirmação com outras ferramentas de fluxo da metodologia Raio X Preditivo, como o Sato’s Force Histograma, o Sato’s Bar e o Sato’s Market Profile.

Com o auxílio dessas ferramentas podemos encontrar pontos estratégicos do gráfico na decisão entre o que pode ser uma onda de impulsão e uma onda corretiva.

Como funciona o Sato’s Stop or Move ?

O trader encontra um pivô – formado por um fundo, um topo e um fundo em altura intermediária, no caso de alta, ou um topo, um fundo e um topo em altura intermediária, no caso de baixa – e clica nesses três pontos.

Imediatamente, o Sato’s Stop or Move, baseando-se nesse deslocamento do preço, projetará uma área de decisão em forma de linhas horizontais. A partir dali, pode-se dizer se uma onda será corretiva ou de impulsão com maior probabilidade de acerto.

A ferramenta Sato’s Stop or Move não só traz as expansões de Fibonacci (1.0, 1.618, 2, 2.5 e 2.618), mas também uma expansão que só os 20 anos de estudo de Luiz Sato trouxeram, sendo essa extremamente estratégica.

Para embasar a decisão entre se tratar de uma onda de impulsão ou de correção, o trader observa o volume dos negócios até o preço se deslocar até ali e, uma vez nesse ponto, sabe se deve se posicionar vendendo ou comprando. Para isso, ele terá o auxílio do Sato’s Force Histograma e do Sato’s Bar.

Ele também observa o Sato’s Market Profile para entender se há um ponto de controle importante naquela região, como zonas de alta negociação, o preço médio ponderado do pregão (VWAP) ou o preço de fechamento de algum dia anterior.


A EFICIÊNCIA DO SATO’S STOP OR MOVE

Deve ser de conhecimento de todo trader que o mercado faz o que quiser. Não é possível “adivinhar” o que acontecerá a seguir.

Porém, as ferramentas Sato’s e, em particular, o Sato’s Stop or Move fornecem os pontos de negociação em que a probabilidade de acerto do que acontecerá a seguir é maior, dando mais chance ao trader.

Através da observação de 20 anos de Luiz Sato, se posicionar nas regiões apontadas pelo Sato’s Stop or Move é o mesmo que se posicionar ao lado dos grandes players, que tomam suas decisões –seja automaticamente, pelos robôs HFT, ou manualmente – exatamente nesses pontos.

CONCLUSÃO

Talvez a grande virtude do Sato’s Stop or Move seja justamente tornar a aplicação das Ondas de Elliot e das expansões de Fibonacci mais simples para o investidor iniciante.

Em vez de ler grandes e complicados livros para, então, aplicar uma prática que nem sempre se confirma, o trader pode usar esses conhecimentos diretamente.

De uma maneira simples, podemos dizer que o Sato’s Stop or Move nos traz essas teorias fundamentais “mastigadas”: afinal, para dirigir um veículo você não precisa conhecer os complicados cálculos diferenciais que ajudaram a projetar as engrenagens da transmissão para as rodas. Se tivesse que pensar nisso a cada vez que gira o volante, talvez até sofresse um acidente.

Do mesmo modo, para aplicar com sucesso as ideias de Fibonacci e de Elliot na bolsa, tudo do que você precisa agora é do Sato’s Stop or Move e do arsenal do Raio X Preditivo.

Escrito por Luiz Sato

Segundo Sato sua missão é transmitir conhecimento avançado aos traders brasileiros para aplicarem as metodologias e as ferramentas disponibilizadas ao seus alunos aumentando as probabilidades de ganhos nos mercados que são altamente competitivos e dominados principalmente pelos HFT´s (Robôs de alta frequência).

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Comentários

DÁRIO R0DRIGUES SILVA23/12/2019

ESTAMOS JUNTOS SATO

Edivando06/02/2020

parabéns: seu trabalho e muito bom, tento nestes dias tão confusos iluminados nossas decisões na hora de comprar ou vender.

The Bishop31/03/2020

O SOM é muito TOP, fornece ótimos pontos de trade location e aliando ao Force Histograma e Market Profile temos uma leitura profissional. TMJ SATOSNEY!

Francisco Oliva02/05/2020

Top, 100% a melhor ferramenta aliada ao SFH e ao MKP. Tamo junto Sato e Osney